sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Gatos escapam da morte em Piracicaba e esperam novo lar ♥

Gatos escapam da morte em Piracicaba e esperam novo lar



Depois de escapar da morte, quando seria jogada com os três filhotes no rio Piracicaba, uma gata de rua foi resgatada por ativistas e adotou mais dois filhotes abandonados. 
O caso aconteceu na primeira semana de janeiro. 
gata, que foi batizada de Mãezinha, e os filhotes estão disponíveis para adoção. 
A gata deu cria dentro de uma empresa no bairro Jardim Morumbi. 
Incomodado com a presença do animal e dos filhotes, o dono da empresa anunciou que os colocaria em um saco e jogaria no rio. 
Inconformada com a situação, uma funcionária levou os felinos até uma clínica veterinária no Bairro Alto, onde eles foram acolhidos. 
A médica veterinária Letícia Penteado Gaspar explicou que os felinos buscam lugares seguros para terem os filhotes. 
“A Mãezinha teve o azar de escolher um lugar onde o dono é completamente avesso a felinos. Como gata de rua, ela apenas buscava um local seguro para dar cria, e só foi salva de uma tragédia por causa da bondade de uma funcionária, que impediu que fossem atirados no rio”, contou. 
Uma semana após ser resgatada, a gata adotou mais dois filhotes que foram achados em uma boca de lobo. 
“Esses filhotes chegaram muito debilitados, mas ela aceitou e imediatamente passou a cuidar deles. Infelizmente eles não sobreviveram, mas a Mãezinha fez a parte dela”, explicou Letícia. 
Quinze dias após ser salva de uma tragédia, a gata está saudável e bem mais adaptada com a presença humana. 
Ela foi colocada para adoção junto com os três filhotes, que hoje estão com pouco mais de 25 dias de vida. 
“Esta gata fez o que muito ser humano deixa de fazer. Cuidou dos filhotes e adotou outros dois. Ela tem o coração de ouro e merece uma família à altura”, falou a veterinária. 
Antes de ser doada, a gata será castrada na clínica onde recebe os cuidados desde que foi resgatada. 
Os filhotes já podem ser doados, mas permanecerão com a mãe por mais uns dias até que desmamem. 
Quem quiser adotar pode entrar em contato com a clínica pelo telefone 3422-5366. 
O adotante assinará um termo de responsabilidade com a guarda e cuidados com o animal. 
Para Letícia, a história teve um final feliz. 
“Essa rotina de maus tratos e abandono de animais em Piracicaba já passou dos limites do tolerável. Já passou da hora de o poder público agir com mais rigor nessa questão. Enquanto isso não ocorrer, estaremos fadados a torcer para que, assim como a Mãezinha, outros animais consigam se livrar do seu trágico destino”, disse.

CRÉDITO E FONTE: 
http://www.jornaldepiracicaba.com.br/capa/default.asp?p=viewnot&cat=viewnot&idnot=224908

Leitor do JP detona Protetoras/Protetores de Piracicaba :(


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Cientistas comprovam a reencarnação humana ♥

Cientistas comprovam a reencarnação humana

Desde que o mundo é mundo discutimos e tentamos descobrir o que existe além da morte.
Desta vez a ciência quântica explica e comprova que existe sim vida (não física) após a morte de qualquer ser humano.
Um livro intitulado “O biocentrismo: Como a vida e a consciência são as chaves para entender a natureza do Universo” “causou” na Internet, porque continha uma noção de que a vida não acaba quando o corpo morre e que pode durar para sempre. O autor desta publicação o cientista Dr. Robert Lanza, eleito o terceiro mais importante cientista vivo pelo NY Times, não tem dúvidas de que isso é possível.



Além do tempo e do espaço

Lanza é um especialista em medicina regenerativa e diretor científico da Advanced Cell Technology Company. No passado ficou conhecido por sua extensa pesquisa com células-tronco e também por várias experiências bem sucedidas sobre clonagem de espécies animais ameaçadas de extinção.
Mas não há muito tempo, o cientista se envolveu com física, mecânica quântica e astrofísica. Esta mistura explosiva deu à luz a nova teoria do biocentrismo que vem pregando desde então. O biocentrismo ensina que a vida e a consciência são fundamentais para o universo.
É a consciência que cria o universo material e não o contrário.
Lanza aponta para a estrutura do próprio universo e diz que as leis, forças e constantes variações do universo parecem ser afinadas para a vida, ou seja, a inteligência que existia antes importa muito. Ele também afirma que o espaço e o tempo não são objetos ou coisas mas sim ferramentas de nosso entendimento animal. Lanza diz que carregamos o espaço e o tempo em torno de nós “como tartarugas”, o que significa que quando a casca sai, espaço e tempo ainda existem.
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A teoria sugere que a morte da consciência simplesmente não existe. Ele só existe como um pensamento porque as pessoas se identificam com o seu corpo. Eles acreditam que o corpo vai morrer mais cedo ou mais tarde, pensando que a sua consciência vai desaparecer também. Se o corpo gera a consciência então a consciência morre quando o corpo morre. Mas se o corpo recebe a consciência da mesma forma que uma caixa de tv a cabo recebe sinais de satélite então é claro que a consciência não termina com a morte do veículo físico. Na verdade a consciência existe fora das restrições de tempo e espaço. Ele é capaz de estar em qualquer lugar: no corpo humano e no exterior de si mesma. Em outras palavras é não-local, no mesmo sentido que os objetos quânticos são não-local.
Lanza também acredita que múltiplos universos podem existir simultaneamente. Em um universo o corpo pode estar morto e em outro continua a existir, absorvendo consciência que migraram para este universo. Isto significa que uma pessoa morta enquanto viaja através do mesmo túnel acaba não no inferno ou no céu, mas em um mundo semelhante a ele ou ela que foi habitado, mas desta vez vivo. E assim por diante, infinitamente, quase como um efeito cósmico vida após a morte.



Vários mundos


Não são apenas meros mortais que querem viver para sempre mas também alguns cientistas de renome têm a mesma opinião de Lanza. São os físicos e astrofísicos que tendem a concordar com a existência de mundos paralelos e que sugerem a possibilidade de múltiplos universos. Multiverso (multi-universo) é o conceito científico da teoria que eles defendem. Eles acreditam que não existem leis físicas que proibiriam a existência de mundos paralelos.
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O primeiro a falar sobre isto foi o escritor de ficção científica HG Wells em 1895 com o livro “The Door in the Wall“. Após 62 anos essa ideia foi desenvolvida pelo Dr. Hugh Everett em sua tese de pós-graduação na Universidade de Princeton. Basicamente postula que, em determinado momento o universo se divide em inúmeros casos semelhantes e no momento seguinte, esses universos “recém-nascidos” dividem-se de forma semelhante. Então em alguns desses mundos que podemos estar presentes, lendo este artigo em um universo e assistir TV em outro.
Na década de 1980 Andrei Linde cientista do Instituto de Física da Lebedev, desenvolveu a teoria de múltiplos universos. Agora como professor da Universidade de Stanford, Linde explicou: o espaço consiste em muitas esferas de insuflar que dão origem a esferas semelhantes, e aqueles, por sua vez, produzem esferas em números ainda maiores e assim por diante até o infinito. No universo eles são separados. Eles não estão cientes da existência do outro mas eles representam partes de um mesmo universo físico.
A física Laura Mersini Houghton da Universidade da Carolina do Norte com seus colegas argumentam: as anomalias do fundo do cosmos existe devido ao fato de que o nosso universo é influenciado por outros universos existentes nas proximidades e que buracos e falhas são um resultado direto de ataques contra nós por universos vizinhos.



Alma


Assim, há abundância de lugares ou outros universos onde a nossa alma poderia migrar após a morte, de acordo com a teoria de neo biocentrismo.
Mas será que a alma existe? Existe alguma teoria científica da consciência que poderia acomodar tal afirmação? Segundo o Dr. Stuart Hameroff uma experiência de quase morte acontece quando a informação quântica que habita o sistema nervoso deixa o corpo e se dissipa no universo. Ao contrário do que defendem os materialistas Dr. Hameroff oferece uma explicação alternativa da consciência que pode, talvez, apelar para a mente científica racional e intuições pessoais.
A consciência reside, de acordo com Stuart e o físico britânico Sir Roger Penrose, nos microtúbulos das células cerebrais que são os sítios primários de processamento quântico. Após a morte esta informação é liberada de seu corpo, o que significa que a sua consciência vai com ele. Eles argumentaram que a nossa experiência da consciência é o resultado de efeitos da gravidade quântica nesses microtúbulos, uma teoria que eles batizaram Redução Objetiva Orquestrada.
Consciência ou pelo menos proto consciência é teorizada por eles para ser uma propriedade fundamental do universo, presente até mesmo no primeiro momento do universo durante o Big Bang. “Em uma dessas experiências conscientes comprova-se que o proto esquema é uma propriedade básica da realidade física acessível a um processo quântico associado com atividade cerebral.”
Nossas almas estão de fato construídas a partir da própria estrutura do universo e pode ter existido desde o início dos tempos. Nossos cérebros são apenas receptores e amplificadores para a proto-consciência que é intrínseca ao tecido do espaço-tempo. Então, há realmente uma parte de sua consciência que é não material e vai viver após a morte de seu corpo físico.
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Dr. Hameroff disse ao Canal Science através do documentário Wormhole: “Vamos dizer que o coração pare de bater, o sangue pare de fluir e os microtúbulos percam seu estado quântico. A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída, não pode ser destruída, ele só distribui e se dissipa com o universo como um todo.” Robert Lanza acrescenta aqui que não só existem em um único universo, ela existe talvez, em outro universo.
Se o paciente é ressuscitado, esta informação quântica pode voltar para os microtúbulos e o paciente diz: “Eu tive uma experiência de quase morte”.
Ele acrescenta: “Se ele não reviveu e o paciente morre é possível que esta informação quântica possa existir fora do corpo talvez indefinidamente, como uma alma.”
Esta conta de consciência quântica explica coisas como experiências de quase morte, projeção astral, experiências fora do corpo e até mesmo a reencarnação sem a necessidade de recorrer a ideologia religiosa. A energia de sua consciência potencialmente é reciclada de volta em um corpo diferente em algum momento e nesse meio tempo ela existe fora do corpo físico em algum outro nível de realidade e possivelmente, em outro universo.
E você o que acha? Concorda com Lanza?

Grande abraço!


Indicação: Pedro Lopes Martins
Artigo publicado originalmente em inglês no site SPIRIT SCIENCE AND METAPHYSICS.

Crédito e fonte:
http://www.duniverso.com.br/cientistas-comprovam-reencarnacao-humana/

10 evidências físicas que mostram que a reencarnação pode ser real ♥


10 evidências físicas que mostram que a reencarnação pode ser real

10 histórias que vão te fazer acreditar ou ao menos supor a hipótese de que reencarnação exista.
Se pra você a reencarnação não passa de uma hipótese, muito bem, você é uma pessoa racional. Mas não é por isso que uma teoria não deva ser estudada, afinal, estudar as mais diversas explicações sobre a vida e a sociedade é a chave para o conhecimento real. A grande questão é: será que esse conhecimento é eterno? Será que a alma existe? De acordo com essas 10 evidências físicas, a reencarnação é muito mais que um conceito; qual é sua opinião sobre o assunto?

Marcas de nascença

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Na Ásia, é comum que familiares marquem o corpo de entes falecidos em algum local com cinzas, o que eles acreditam que servirá para identificar reencarnações. Em 2012, os psiquiatras Jim Tucker e Jurgen Keil publicaram um estudo confirmando que esse costume não apenas é verdadeiro, mas também funciona.
Por exemplo no caso de K.H., um garoto de Myanmar que tinha uma marca no braço esquerdo exatamente onde seu avô havia sido marcado, 11 meses antes de seu nascimento. Mas não para por aí: aos 2 anos, o garoto chamava sua avó pelo apelido “War War Khine”, um nome pelo qual apenas o avô chamava a então esposa. Pra completar, quando a mãe do garoto estava grávida, sonhou com o pai dizendo “eu quero viver com você”.

A criança com ferimentos de bala

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Ian Stevenson era um professor da Universidade da Virgínia que estudava reencarnação, e em 1993 publicou um estudo que mostrava diversas marcas de nascença bastante incomuns para crianças.
Uma delas era a criança da foto, turca, que lembrava da vida de um homem morto por uma espingarda. O garoto em questão nasceu com deformidades no rosto chamadas de Microtia Unilateral e Microsomia hemifacial, que só atingem 1 a cada 6000 e 3.500 bebês respectivamente, e, na prática, pareciam bastante com ferimentos de uma espingarda.
Seria mera coincidência?

O paciente que matou e casou com seu filho

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Brian Weiss é diretor do departamento de Psiquiatria no hospital Mt. Sinai, em Miami, e afirma ter um paciente que realizou uma regressão à vida anterior espontânea durante seu tratamento. O homem ficou tão impressionado que passou a estudar o tema, considerado “esotérico” pela comunidade científica, mas que Weiss defende firmemente.
Em seu livro Messages from the Masters: Tapping into the Power of Love, o médico conta a história de vários pacientes, como Diane, que era enfermeira, mas numa regressão, viu-se como uma colonizadora americana em especial de uma cena onde fugia, com seu neném, escondendo-se de indígenas. O filho tinha uma marca como uma lua crescente no ombro direito, e chorava assustado. Para fazê-lo se calar, a mulher colocou a mão em sua boca, mas, com o nervosismo, acabou sufocando-o.
Meses depois, Diane começou a trocar relatos com um outro paciente, que tinha asma e uma marca em formato de lua crescente no ombro direito, com o qual ela sentia uma estranha conexão.  Ela acabou se casando com ele.

Caligrafia

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Assim como a impressão digital, a caligrafia é algo praticamente impossível de se copiar, mas Taranjit Singh, com apenas 6 anos, afirmava desde os 2 anos que seu nome era Satnam Singh, e que havia nascido em um outro vilarejo, 60 km distante do seu.
Taranjit afirmava ser um estudante do 9º ano e que seu pai se chamava Jeet Singh. Satnam teria morrido numa colisão com um piloto de lambreta, enquanto ele mesmo dirigia uma bicicleta, em 10 de setembro de 1992. Ele inclusive deu detalhes do acidente, como dizer que tinha 30 Rúpias no bolso e que os livros que carregava ficaram molhados por seu sangue.
Indo ao tal vilarejo e investigando a procedência da história, o pai do garoto, Ranjit, não apenas descobriu que a história era verdade, mas confirmou-a com a própria família, que mostrava fotos do falecido e confirmou os detalhes das Rúpias e dos livros.
Pra confirmar a veracidade da história, um cientista forense chamado Vikram Raj Chauhan decidiu analisar a caligrafia do garoto com anotações feitas pelo espírito que ele seria, e, adivinhe só: “ainda que o garoto não estivesse acostumado a escrever, as assinaturas e caligrafia eram praticamente idênticas”.

Monastérios

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No livro Your Past Lives and The Healing Process, o psiquiatra Adrian Finkelstein conta o caso de Robin Hull, que frequentemente falava numa linguagem que sua mãe não entendia, mais tarde compreendido como tibetano por um professor asiático.
Quando questionado, Robin afirmava ter aprendido aquela língua em uma escola, em um monastério, que havia frequentado por diversos anos – mas Robin nem mesmo havia ido à escola.
Com as descrições do garoto, descobriram que o local do qual ele se lembrava era o das Montanhas Kunlun, para onde o professor foi, tentando conhecer as origens das lembranças do garoto.

Sueco

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E que tal nascer, do nada, sabendo falar sueco? É o fenômeno chamado de “Xenoglossia”, quando uma pessoa “magicamente” sabe falar uma língua que nunca lhe foi ensinada ou que até mesmo nunca ouviu. O termo foi criado por Charles Richet, ganhador do Nobel que sintetizou o conceito em 1907.
Entre os estudos do homem estavam o de uma mulher de 37 anos, chamada de T.E., que havia nascido na Filadélfia e era filha de imigrantes que falavam inglês, yiddish e polonês, além de russo. Ela estudou francês na escola, e jamais ouviu sueco além de algumas desgarradas frases na tevê. Apesar disso, depois de 8 regressões por hipnose, a garota se lembrou da vida de “Jensen Jacoby”, um aldeão sueco, e nessa fase, falava apenas em sueco. Depois de diversos testes, como polígrafo, testes de palavras, perguntas em sueco e até um teste de aptidão, foi comprovado que ela tinha domínio sobre o sueco.
Além disso, falava de um marido na vida passada, membros da família e até de sua vida. Entretanto, seu vocabulário era menor que 100 palavras, algo incomum para um adulto, e ela raramente falava frases inteiras, o que tornou seu caso polêmico e discutível.

O soldado japonês

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Outro caso famoso é o de uma garota chamada Ma Win Tar, nascida em 1962, que aos 3 anos começou a falar sobre sua vida como um soldado japonês que foi capturado e queimado vivo, preso numa árvore.
Durante a vida, a garota também exibia comportamentos de sua “vida passada”, gostando de cortar o cabelo de modo militar, usar roupas masculinas, sendo cruel e tendo o costume de estapear seus amigos no rosto. E esse era um costume comum para soldados japoneses no vilarejo onde ela foi capturada.
Ela também renegava o budismo e visitava sempre túmulos de “colegas japoneses”. Pra completar, a garota nasceu dom vários defeitos de nascença nos dedos e nos pulsos, que se assemelhavam muito à marcas deixadas por cordas pegando fogo.

Cicatrizes fraternais

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Em 1979, Kevin Christenson morreu, aos 2 anos, por uma metástase. Ele recebia quimioterapia na lateral do pescoço, lado direito, mas isso não impediu que diversos tumores o angustiassem, em especial um bem no olho esquerdo, e outro acima da orelha direita.
12 anos depois, a mãe de Kevin teve um outro filho, com outro homem, chamado Patrick. Por acaso (ou não?), o garoto tinha marcas nos exatos locais da quimioterapia e dos tumores. Patrick, por sua vez, lembrava-se de “cirurgias e hospitais” vividamente, e inclusive soube apontar o local acima da orelha onde o “irmão” tinha um tumor, e frequentemente perguntava de “sua casa antiga”, apesar de só ter morado em um lugar a vida toda.

Memórias felinas

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Quando John McConnell levou 6 tiros, em 1992, deixou para trás sua filha pequena, Doreen. Ela, por sua vez, teve um filho chamado William, em 1997, que foi diagnosticado com um problema pulmonar congênito na parte circulatória entre pulmão e coração. Novamente, depois de várias cirurgias, foi descoberto que os locais onde o garoto tinha problemas eram exatamente onde o pai havia sido baleado.
Um dia, enquanto Doreen dava um sermão no garoto, ele disse algo estranho: “quando você era uma garotinha, e eu era seu pai, você foi má várias vezes, e eu nunca bati em você!”. Além disso, o menino chamava o gato de “Boss”, um apelido que apenas o pai usava com o animal, chamado oficialmente de Boston.

O entre-estados

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Outra história de Brian Weiss é a de Catherine, que afirmou, numa sessão de regressão, estar num “entre-lugares”, com o pai e filho do Dr. Weiss: “seu pai está aqui, e seu filho, que é uma pequena criança. Seu pai diz que você vai saber quem ele é pelo nome Avrom, nome qeu você deu à sua filha. Além disso, ele morreu por seu coração. O coração do seu filho também era importante, por batia ao contrário, como o de uma galinha. Ele queria lhe mostrar que a Medicina só chega até um certo ponto, que seu alcance é muito limitado”.

A paciente, é claro, nada sabia sobre os familiares do homem, o que lhe serviu como uma forma de provar que há um lugar “eterno” e infindável onde as almas habitam. E você, tem alguma história sobre reencarnação?

Fonte e crédito:
http://www.fatosdesconhecidos.com.br/10-evidencias-fisicas-para-reencarnacao/

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Uma Lição de Vida ♥


UMA LIÇÃO DE VIDA
Uma senhora idosa, elegante, bem vestida e penteada, estava de mudança para uma casa de repouso pois o marido com quem vivera 70 anos, havia morrido e ela ficara só…
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando uma atendente veio dizer que seu quarto estava pronto.
A caminho de sua nova morada, a atendente ia descrevendo o minúsculo quartinho, inclusive as cortinas de chintz florido que enfeitavam a janela.
- Ah, eu adoro essas cortinas – disse ela com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Mas a senhora ainda nem viu seu quarto…
- Nem preciso ver – respondeu ela. – Felicidade é algo que você decide por princípio. E eu já decidi que vou adorar! É uma decisão que tomo todo dia quando acordo. Sabe, eu tenho duas escolhas: Posso passar o dia inteiro na cama contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem… ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem. Cada dia é um presente. E enquanto meus olhos abrirem, vou focaliza-los no novo dia e também nas boas lembranças que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: Você só retira daquilo que você guardou. Portanto, lhe aconselho depositar um monte de alegria e felicidade na sua Conta de Lembranças. E como você vê, eu ainda continuo depositando. Agora, se me permite, gostaria de lhe dar uma receita:

1- Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência.
2- Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado.
3- Curta coisas simples.
4- Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego.
5- Lágrimas acontecem. Aguente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é VOCÊ mesmo. Esteja VIVO, enquanto você viver.
6- Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: pode ser família, animais , lembranças, música, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.
7- Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo desse nível, peça ajuda.
8- Diga a quem você ama, que você realmente o ama, em todas as oportunidades.

E LEMBRE-SE SEMPRE QUE:

A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego …
de tanto rir …
de surpresa …
de êxtase …
de felicidade!
Simples assim!!!
(Autor desconhecido)

Menino de 9 Anos Fala Sobre Vida No UNIVERSO ♥


Chico Xavier e os Animais ♥

Chico Xavier e os animais 
Apresentamos três histórias contados por amigos de Chico Xavier, sobre o amor que ele tinha pelos animais.

A CACHORRA DE CHICO XAVIER

Escrito por: Adelino da Silveira

Chico Xavier tinha uma cachorra de nome Boneca, que sempre esperava por ele, fazendo grande festa ao avistá-lo.  
Pulava em seu colo, lambia-lhe o rosto como se o beijasse.

O Chico então dizia: – Ah Boneca, estou com muitas pulgas!  
Imediatamente ela começava a coçar o peito dele com o focinho.  
Boneca morreu velha e doente. Chico sentiu muito a sua partida. Envolveu-a no mais belo xale que ganhara e enterrou-a no fundo do quintal, não sem antes derramar muitas lágrimas.  
Um casal de amigos, que a tudo assistiu, na primeira visita de Chico a São Paulo, ofertou-lhe uma cachorrinha idêntica à sua saudosa Boneca.  
A filhotinha, muito nova ainda, estava envolta num cobertor e os presentes a pegavam no colo, sem contudo desalinhá-la de sua manta.  
A cachorrinha recebia afagos de cada um. A conversa corria quando Chico entrou na sala e alguém colocou em seus braços a pequena cachorra.  
Ela, sentindo-se no colo de Chico, começou a se agitar e a lambê-lo. 
- Ah Boneca, estou cheio de pulgas! disse Chico. 
A filhotinha começou então a caçar-lhe as pulgas e parte dos presentes, que conheceram a Boneca, exclamaram: “Chico, a Boneca está aqui, é a Boneca, Chico!”  
Emocionados perguntamos como isso poderia acontecer. O Chico respondeu: 

- Quando nós amamos o nosso animal e dedicamos a ele sentimentos sinceros, ao partir, os espíritos amigos o trazem de volta para que não sintamos sua falta.  
É, Boneca está aqui, sim e ela está ensinando a esta filhota os hábitos que me eram agradáveis.  
Nós seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar.

Por isso, quem maltrata um animal é alguém que ainda não aprendeu a amar.

O CÃO LORDE
Chico Xavier tinha uma singular estima pelos animais; aqueles que freqüentavam seu modesto lar sabem que o médium vivia cercado por algum animal doméstico.
Chico tinha um cão que atendia pelo nome de Lorde, o qual conhecia as pessoas que visitavam seu dono, quais eram as amigas, as curiosas e as maliciosas.
Palavras de Chico Xavier
"- Senti-lhe, sobremodo, a morte.
Fez-me grande falta.
Era meu inseparável companheiro de oração.
Toda manhã e à noite, em determinada hora, dirigia-me ao quarto para orar.
Lorde chegava logo em seguida.
Punha as patas sobre a cama, abaixava a cabeça e ficava assim em atitude de recolhimento orando comigo.
Quando eu acabava, ele também acabava e ia deitar-se a um canto do quarto.
Em minhas preces mais sentidas, Lorde levantava a cabeça e enviava-me seus olhos meigos, compreensivos, às vezes cheios de lágrimas, como a dizer que me conhecia o íntimo, ligando-se ao meu coração.
Desencarnou.
Enterrei-o no quintal lá de casa..."
Um dia certo visitante lhe pergunta se animais têm alma, Chico responde, rápido: "- Ah! sim, os animais têm alma e valem pelos melhores amigos..."
Possuímos provas pessoais destas verdades, querido Irmão Chico!...
 Extraído do livro: O Homem, o médium, o missionário
Autor: Antonio Matte Noroefé






O GATINHO DE CHICO XAVIER


De quando em vez, Chico nos fala dos animais. Ficamos admirados do seu amor por tudo que se refira à Natureza, crescendo sempre mais o nosso respeito por esse espírito de luz...Sem dúvida, é preciso ter-se uma sensibilidade muito grande para "dialogar" com os animais, sim, pois Chico "conversa" com os seus gatos, com o seu cachorro "Pretinho", com o seu coelho...Talvez muita gente vá pensar que estar envolvido com animais é falta de tempo, ou até mesmo desequilíbrio, mas não há o que estranhar, porque esses é quase certo que não amem nem os semelhantes...Há algum tempo um confrade, veterinário, nos contou que Chico chorou feito criança abraçado a um gatinho de estimação que morrera envenenado. Foi o próprio Chico que nos contou o que se segue. A sua casa era freqüentada por um gato selvagem que não deixava ninguém se aproximar... Todos os dias o Chico colocava num pires alguma alimentação para ele. Numa noite, quando retornava de uma das reuniões, um amigo avisou que o gato estava morrendo estendido no quintal. Babava muito, mas ainda mantinha a cabeça firme em atitude de defesa contra quem se aproximasse. O Chico ficou bastante penalizado, pensando que ele poderia estar envenenado. O amigo explicou que horas antes o vira brincando com uma aranha e que, provavelmente, ele a engolira. E sugeriu que o Chico transmitisse um passe no felino...O gato, apesar de agonizante, estava agressivo. Ficando à meia distância, o nosso querido amigo começou a conversar com ele...- Olha - falou o Chico - você está morrendo. O nosso amigo pediu um passe e eu, com a permissão de Jesus, vou transmitir... Mas você tem que colaborar, pois está muito doente... Em nome de Jesus, você fique calmo e abaixe a cabeça, porque quando a gente fala no nome do Senhor é preciso muito respeito...O gato teve, então, uma reação surpreendente. Esticou-se todo no chão, permaneceu quieto até que o Chico terminasse o passe...Depois, tomando-o no colo, esse admirável medianeiro do Senhor pediu que se trouxesse leite e, com um conta-gotas, colocou o alimento na sua boca...O gato tornou-se um grande amigo e ganhou até nome.


Extraído do Livro: Mediunidade e Coração.
Autor: Carlos A. Baccelli